Adjetivo de dois gêneros. 1.Diz-se das tribos ou povos que estão sempre a deslocar-se em busca de alimentos, pastagens, etc. 2.Que leva vida errante. Substantivo de dois gêneros. 3.Pessoa nômade.
CIGANO
Substantivo masculino. 1.Indivíduo de um povo nômade, que tem um código ético próprio, vive de artesanato, cartomancia, quiromancia, etc., e se dedica à música. 2.Pop. Homem de vida incerta.
Tudo novo de novo, na vida cigana, nômade... encontrando me de tanto perder me... achando a saída do labirinto ou perdendo se ainda mais, quem saberá?
Escrito por Karin às 21h30
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Minha última descoberta: YOGA
Escrito por Karin às 11h47
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Eu juro que não queria abandonar o blog, foram 2 meses sem blogar nem uma fotinha se quer, mas é que ultimamente anda acontecendo algo extraordinário: nada me comove, nada me surpreende, nada me anima, nada me fascina, mas também de nada me queixo, nada me abala, nada me causa estranheza a não ser tudo isso.
Não tenho ido a shows, óperas, balés, nem visto filmes interessantes. Tenho lido algumas coisas, mas tenho preguiça de escrever sobre elas. Estou lendo no momento "A sombra do vento" - só li uns 3 capitulos curtos, mas estou gostando muito, talvez eu escreva algo sobre ele um dia.
O importante é viver, mas sobreviver é essencial.
Escrito por Karin às 20h03
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Escrito por Karin às 17h45
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COMER, REZAR, AMAR
Que bom que a July, seguindo as leis de Ranganathan, "a cada leitor o seu livro", me presenteou com este. Ela que ganhou, começou a ler e pensou: esse livro é pra Karin. Obrigada, foi muito útil.
Vi várias pessoas criticando o livro: é auto-ajuda, é best-seller, é sei lá o quê... eu não leio auto-ajuda, não leio best-sellers (ou não lia) e amei, e normalmente quem criticou não leu, enfim... gostei do livro porque me identifiquei com a história, claro, mas é uma história leve, embora não para quem a viveu, pra se ler num tapa, no banheiro, no metrô, dar umas risadas da tragédia, a autora consegue fazer cômica coisas punks e fazer você chorar em alguns momentos, especialmente se você estiver em TPM. Não creio que os homens gostem, fala muito da alma feminina mesmo, dos desejos e anseios de quem busca.
Por volta 30 anos, Elizabeth enfrentou uma crise da meia-idade precoce. Tinha tudo o que uma mulher instruída e ambiciosa teoricamente poderia querer: um marido, uma casa, um projeto a dois de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, foi tomada pelo pânico, pela tristeza e pela confusão. Foi quando tomou uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego e partiu para uma viagem de 1 ano pelo mundo, sozinha. Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano. À Índia foi dedicada à exploração espiritual. Em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também apaixonou-se. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.
"Depois de conhecer os rapazes pessoalmente, comecei a me perguntar se por acaso eu deveria ajustar um pouquinho minha regra quanto a permanecer solteira durante este ano. Por exemplo, talvez eu pudesse permanecer totalmente solteira exceto pelo fato de ter dois lindos irmãos italianos de 25 anos como amantes. Isso me lembrava um pouco um amigo meu que é vegetariano, mas come bacon, e no entanto…"
Não sei não, mas eu, mulher, na faixa dos 30, perdida, pensando que talvez exista um caminho diferente... gostei.
Escrito por Karin às 21h08
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Como estou devorando alguns livros e depois nem lembro direito que livros li, vou começar a fazer pequenas resenhas dos livros lidos para minha própria memória e quem sabe para despertar a leitura de alguns.
Na lista: Comer, Rezar, Amar - O caso dos exploradores de caverna - O menino do pijama listrado - Leite Derramado - O Lobo da Estepe.
Acho que foram os últimos lidos... muita calma nessa hora... vou tentar.
Escrito por Karin às 14h00
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Mais um caso de ex-marido que tenta trazer a mulher de volta pela força.
O caso desta vez foi em Minas e o ex-marido manteve a mulher como refém por cerca de 8 horas, no local de trabalho dela. Alguns funcionários foram feridos e uma outra mulher foi mantida refém junto. A polícia invadiu o local após ouvir 3 disparos (novamente a polícia invade APÓS ouvir disparos). A mulher só não foi atingida porque conseguiu sozinha, desviar o braço do imbecil, saindo os tiros para o alto. Segundo vi pela TV, a mulher chegou a ser estuprada pelo infeliz.
Infelizmente isso nunca vai acabar. Não sei se está na genética dos homens deles serem todos palhaços (salvo exceções que só confirmam a regra), talvez Adão tenha mantido Eva refém em algum momento por suspeitar que esta dava mais atenção a alguns dos filhos. Fato é que desde sempre ouvimos histórias bizarras como essa e já não tenho mais esperanças que isso mude algum dia, talvez uma grande e profunda mudança na sociedade (os casos em que vemos mulheres agirem desta forma são praticamente inexistentes). O quê de fato não dá mais pra assistirmos é o total despreparo da polícia em lhe dar com esses casos. Sabemos que não é um sequestro comum, que esses casos são bem específicos e semelhantes entre si, já passou da hora de existir um treinamento direcinado para estes casos e se existe, está na hora de verificar que ele não está funcionando.
Por a mulher sair viva dessa história, isso não vai repercutir tanto quanto o caso Eloá e outros, mas isso não significa que teve um "final feliz". Quem pode medir os traumas vividos e relembrados agora e para sempre pela vítima, por todos que a cercam e até para todas as mulheres, vítimas em potencial, sempre, por toda a vida, de idiotas como esse.
Quero que ele se foda na cadeia, se pararmos de ficar com dó de tipo como esses por estar sofrendo por ter sido deixado pela esposa, talvez crimes como esse diminuam a cada dia.
Escrito por Karin às 13h55
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"... é necessário esclarecer que não se devem considerar suicidas somente aqueles que se matam. Entre estes há suicidas que só o chegaram a ser por mero acaso, e de cuja essência do suicídio não fazem realmente parte. O 'suicida' não precisa necessariamente viver em relações particularmente intensas com a morte; isto se pode fazer sem que seja um suicida. É próprio do suicida sentir seu eu, certo ou errado, como um germe da natureza, particularmente perigoso, problemático e daninho, que se encontrava sempre extraordinariamente exposto ao perigo, como se estivesse sobre o pico agudíssimo de um penedo, onde um pequeno toque exterior ou a mais leve vacilação interna seriam suficientes para arrojá-lo no abismo... os 'suicidas' se nos apresentam como perturbados pelo sentimento de culpa inerente aos indivíduos, essas almas que encontram o sentido de sua vida não no aperfeiçoamento e moldagem do ser, mas na dissolução, na volta à mãe, a Deus, ao Todo. Muitas dessas naturezas são inteiramente incapazes de cometer o suicídio real, porque tem uma profunda consciência do pecado que isso representa. Para nós entretanto, são, apesar disso, suicidas, pois veem a redenção na morte e não na vida; estão dispostos a eliminar-se e a entregar-se a extinguir-se e a voltar ao princípio".
Hermann Hesse em "O lobo da estepe".
Escrito por Karin às 23h44
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Amei esse vídeo! Precisando animar sua balada??
Escrito por Karin às 14h12
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Escrito por Heres às 22h16
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"A cidade enlouquece sonhos tortos Na verdade nada é o que parece ser As pessoas enlouquecem calmamente Viciosamente, sem prazer
A maior expressão da angústia Pode ser a depressão Algo que você pressente Indefinível Mas não tente se matar Pelo menos essa noite não
As cortinas transparentes não revelam O que é solitude, o que é solidão Um desejo violento bate sem querer Pânico, vertigem, obsessão
A maior expressão da angústia Pode ser a depressão Algo que você pressente Indefinível Mas não tente se matar Pelo menos essa noite não
Tá sozinha, tá sem onda, tá com medo Seus fantasmas, seu enredo, seu destino Toda noite uma imagem diferente Consciente, inconsciente, desatino
A maior expressão da angústia Pode ser a depressão Algo que você pressente Indefinível Mas não tente se matar Pelo menos essa noite não
Essa Noite Não - Lobão
Incrível como o ser humano é absurdamente parecido mesmo. Sempre temos uma música, um poema, um frase, pra dizer aquilo que não estamos conseguindo dizer...
Escrito por Karin às 11h05
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Escrito por Karin às 15h26
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CAMPANHA
ANOS 80 NÃO VOLTE NUNCA MAIS!
Escrito por Karin às 20h20
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ORAÇÃO DOS STRESSADOS
Senhor, dê-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as coisa que não posso aceitar e a sabedoria para esconder os corpos daquelas pessoas que eu tive que matar por estarem enchendo o meu saco. Também, me ajude a ser cuidadoso com os calos em que piso hoje, pois eles podem estar conectados aos sacos que terei que puxar amanhã e ajude-me sempre, a dar 100% no meu trabalho... - 12% na segunda-feira - 23% na terça-feira - 40% na quarta-feira - 20% na quinta-feira - 5% na sexta-feira.
BOM FINAL DE SEMANA!!!
Escrito por Karin às 15h08
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"Com o tempo aprendi que o ciúme é um sentimento para proclamar de peito aberto, no instante mesmo de sua origem. Porque ao nascer, ele é realmente um sentimento cortês, deve ser logo oferecido à mulher como uma rosa. Senão, no instante seguinte ele se fecha em repolho, e dentro dele todo o mal fermenta."
"O ciúme é então a espécie mais introvertida das invejas, e mordendo-se todo, põe nos outros a culpa da sua feiúra. Sabendo-se desprezível, apresenta-se com nomes supostos, e como exemplo cito a minha pobre avó, que conhecia seu ciúme como reumatismo." (Leite derramado - CHico Buarque)
Eu ainda não li, mas esses trechos já me deram vontade suficiente de lê-lo... vou passar na frente. - desculpa aí livrinhos, senha preferencial nesse caso...